quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

ALUNO DA EMEF ARARIBÓIA VENCE O CONCURSO TEMPOS DE ESCOLA


PROJETO VOTORANTIM
João Vitor Casotte, aluno do 3º. ano do Ensino Fundamental de 9 anos, da Escola Municipal Araribóia; foi um dos vencedores do Concurso de Redação “Tempos de Escola”, em Vila Valério, ES.
O projeto Parceria Votorantim pela Educação, que promoveu o Concurso, parabeniza a direção da escola, bem como a professora Sheila Cândido da Silva, que orientou respectivamente o aluno nesse trabalho.
DE VOLTA AO PASSADO
Autor: João Vitor Casotte
Vou lhes contar a história de uma pessoa muito especial em minha vida, seu nome,
Maria da Glória Pagoto Saiter, e ela tem 61 anos. Começou a estudar no ano de 1960, quando já tinha 10 anos. Naquela época não havia transporte escolar, então tinham de ir a pé, e ainda o Governo não mandava livros, quem comprava eram os pais, e o material era levado na sacola. Ela não sabe dizer se não faltava por gostar ou por medo de apanhar. As meninas quase sempre respeitavam os professores, os meninos eram mais bagunceiros. Mas quem fazia bagunça ficava de castigo ajoelhado no caroço de milho e de frente para os colegas. Cada um levava sua merenda e a limpeza era feita pelos alunos. Ela estudou até a segunda série enquanto solteira, e a 3ª e 4ª séries, depois de casada, quando tinha 20 anos. Gostava de todas as matérias, menos de matemática porque as contas eram grandes. O jeito de ensinar era diferente, primeiro as vogais, depois as famílias de todas as consoantes, só depois formavam palavras.
Os professores vinham de longe, eram respeitados, quase que se tirava o chapéu ao passar por um. Ela sabia que estudar era importante, mas quando pequena ia por medo de apanhar, quando grande ia por gostar, mas se arrepende de não ter estudado mais.
Sua primeira professora foi Gerci Falsoni, e a que mais gostava era Elizete, essa ela não esquece.

O conselho que ela dá é “nunca perder tempo com bobagem, estudar é inovar sempre”. Se ela pudesse voltar atrás, ela enfrentaria o pai e iria estudar fora, pois se tivesse feito isso talvez hoje quem me respondesse a esta entrevista seria a astróloga Maria da Glória Pagoto Saiter, minha avó.







APRESENTAÇÃO DA SEXTA-SOCIAL 4ª SÉRIE

Relatório da sexta social da 4ª série
    A professora Luciene com os alunos da 4ª série apresentaram o teatro com o tema “A gotinha d’água” de Lucila Peres Acosta.
     Foi apresentado este teatro dando seqüência ao  estudo do meio ambiente, onde percebemos que a população precisa ser educada ambientalmente, precisamos levar as questões ambientais para dentro das escolas.
     A cada dia o homem vem notando que o planeta está sofrendo, que o clima não é mais o mesmo, que os animais estão mudando de comportamento, que a extinção da fauna e flora cresce de maneira alarmante. A natureza está perdendo espaço para o crescimento incontrolável da população migrante para a zona urbana e tal crescimento atinge o nosso meio ambiente prejudicando a todos e tudo à nossa volta, o que precisamos fazer é conscientizar as nossas crianças que são o futuro do nosso país para que cuide de um dos bens mais preciosos do mundo que é a água, fonte de vida.





APRESENTAÇÃO DO PROJETO SEXTA-SOCIAL 3ª SÉRIE E 3º ANO

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DA SEXTA SOCIAL
Trabalhando os sentidos, onde os alunos podem expressar suas tristezas e alegrias. Conhecendo os sexos, masculino e feminino. Para entender os sentidos trabalhar peça teatral.
Os sentidos
(Para todos os sentidos a mesma fala)
Personagens;
Diretor,televisão,homem,mulher,atirador,quatro pessoas para fazer a ambulância,câmera.
1° O diretor entra e diz:
_Quero uma cena bem feita, quero que vocês apresentem a peça com muita emoção (tristeza e choro apresentam toda a peça chorando).
Um homem sentado na sala lendo jornal chega sua esposa e diz:
_ Amor vamos assistir televisão?
_Vamos!
O homem levanta e liga a televisão. Ao ligar a televisão levanta expressando o sentido que o diretor pede, e diz:
_Vamos malhar! Direita, esquerda....
Entra de repente um homem com uma arma dizendo:
_ Vou te matar!
O homem diz!
_ Não vai não!
A mulher diz:
_Não mata não!
Pou! O atirador dispara a arma.
O homem cai. A esposa pega o telefone e liga para a ambulância:
_ Meu marido morreu corre.
A ambulância entra.
_Para tudo isso esta uma porcaria eu quero uma cena mais alegre.
Obs.: faz toda a cena novamente expressando o sentido que o diretor pede.
Depois de repetir a cena alegre o diretor pede uma cena mais séria (masculina). Depois ele pede uma mais Feminina.
Por fim o diretor adora a peça e diz:
_ Perfeito. Agora vamos assistir.
Então o operador da câmera diz:
_ Chi, esqueci de ligar a câmera.
Anexo do 3° ano e da 3ª série:
 Feminina.
 Alegre



Masculino.
 Tristeza











AVALIAÇÃO
Perceber o desenvolvimento  de cada aluno sem preconceito, e a interação com os demais alunos da instituição.







Professora; Sheila Cândido da Silva